quinta-feira, 24 de junho de 2010

Contos de Fadas... (Modernos)

Outro dia procurando uma imagem para o blog achei uma foto da coleção  "Contos de Melissa".

Eu não sou fã de sandálias plásticas e não lembro quando tive uma dessas em minha vida! Mas tenho que admitir que a marca das sandálias de plástico mais desejadas pelas garotas modernas e descoladas (incluindo minha irmã) sempre inova e surpreende positivamente (incluindo a mim).

Dessa vez a referência veio dos contos de fada e as fotos representam um universo lúdico, com árvores, anões, carruagens, muitas cores, príncipes e as fadas em versões bem mais "assanhadas e sensuais" do que estamos acostumados a ver.

Vejam vocês e digam: Estas fotos merecem ou não que (até eu) compre uma Melissa (um dia)?

E sejam felizes para sempre...

Cinderella...

Chapeuzinho Vermelho...

Rapunzel...

Branca de Neve...

The end...

O Toque


"O corpo da mulher, como muitos instrumentos, depende de quem o toca."

sábado, 19 de junho de 2010

Eu quero sempre mais


A minha vida
Eu preciso mudar todo dia
Prá escapar da rotina
Dos meus desejos por seus beijos...
E os meus sonhos
Eu procuro acordar
E perseguir meus sonhos...
Mas a realidade que vem depois
Não é bem aquela que planejei...

Eu quero sempre mais!
Eu quero sempre mais!
Eu espero sempre mais!
De ti!...

Por isso hoje estou tão triste
Por que querer está tão longe de poder?...
E quem eu quero está tão longe
Longe de mim...
Longe de mim!
Longe de mim!
Longe de mim!...

domingo, 13 de junho de 2010

Cuidado é o Amor que a mulher entende...

Não há amor fora da experiência do cuidado.
A vida requer cuidado, os amores também.
O amor é uma atividade, não um afeto passivo;
é um ato de firmeza, não de fraqueza...
é propriamente dar, e não receber.

sábado, 5 de junho de 2010

Você é má


Vá se danar!
Você dá nada a ninguém
Nem um olhar
Nunca falou tudo bem
Tem, mas não dá
Sorrir jamais lhe convém
Você é má
Mas há de ter um bem


Você dá nada a ninguém
Vá se danar!
Danada, não perde o trem
Sabe nadar
Mas nada sabe de alguém que sabe amar
Eu quero ser seu bem
Você é má


Você é maluca
Você é malina
Você é malandra
Só não é massa...
E você magoa
E você massacra
E você machuca
E você mata!


Vá se danar!
Você dá nada a ninguém
Nunca dará
Nem mesmo um simples amém
A deus dirá
Diz que não vai à belém
Você é má
Mas pode ter um bem


Você dá nada a ninguém
Vá se danar!
Danada, finge tão bem
Sabe negar
Jamais dará a quem tem demais pra dar
Mas eu serei seu bem
Você é má


Você é maluca
Você é malina
Você é malandra
Só não é massa...
E você magoa
E você massacra
E você machuca
Você mata!

Mata Virgem


Você é um pé de planta
Que só dá no interior
No interior da mata
Coração do meu amor
Você é roubar manga
Com os moleques no quintal
É manga rosa, espada
Guardiã no matagal
Qual flor de uma estação
Botão fechado eu sou
Se amadurecendo
Pra se abrir pro meu amor
Qual flor de uma estação
Botão fechado eu sou
Se amadurecendo
Pra se abrir pro meu amor
Úmida de orvalho
Que o sol não enxugou
Você é mata virgem
Pela qual ninguém passou
É capinzal noturno
Escuro e denso protetor
De um lago leve e morno
Teu oásis seu amor
Qual flor de uma estação
Botão fechado eu sou
Se amadurecendo
Pra se abrir pro meu amor
qual flor de uma estação
Botão fechado eu sou
Se amadurecendo
Pra se abrir pro meu amor
Úmida de orvalho
Que o sol não enxugou
Você é mata virgem
Pela qual ninguém passou
É capinzal noturno
Escuro e denso protetor
De um lago leve e morno
Teu oásis seu amor.

Planos de Papel (Raul Seixas)

Deus, eu passo os sete dias úteis
Traçando nove dias fúteis
Fazendo planos de papel
Em quartos cinzas de aluguel
E vou dormir
Entre as paredes do hotel do sossego
Meu amor

Sim no contracanto do meu leito
Guardo um punhal cravado ao peito
Tingindo a cama e o lençol
Por uma fresta me invade o sol
E eu vou deitar
Entre as palmeiras desenhadas nos jornais
Meu amor

Ah, mas que você espera de mim?
Que o consumado eu vá repetir, não
Não, o que me importa nesse instante
É esse não importar constante
É esse sorriso que eu guardei
Nessa gaveta a qual fechei
Pra eu dormir
Com a cabeça no lugar que eu deixei
Meu amor...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Down

Eu ando tão down
Fugir parece o ideal
Mas sem você, amor
Será que dá pé?

Eu não faço fé
Que as coisas vão melhorar
Sofrer de amor
Me deixa tão devagar

Tudo em você, em mim, o meu desejo
Se eu olho para o lado vejo só você chegar
Lá fora chovendo
Aqui dentro você me perdendo
Eu já não posso mais te namorar

Eu ando tão down
Eu acho até natural
Quando a noite vem
Só você não vem prá mim


A gente não era assim
Nessa história quem tem razão?
Será você? Quem sabe...
Será que não?